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Saiba o que é spoofing e como evitar

Permalink - Posted on 2022-08-02 12:00

Você já deve ter visto casos de marcas ou pessoas que foram enganadas por falsas empresas ou pessoas no virtual, né? Na internet, há diversas formas de enganar alguém e o spoofing é uma delas. Mas, você sabe o que é spoofing?

Cada vez mais a relação entre marca vs consumidor está mais próxima e orgânica. O que antes limitava-se às conversas nos pontos de vendas, agora também está no digital, ultrapassando o medo de exposição online e proporcionando uma relação de confiança com marcas e influenciadores.

Apesar de muitos consumidores terem vencido o medo de se relacionar no digital, infelizmente não é possível estar 100% seguro e, atualmente, é preciso redobrar a atenção com páginas e mensagens interativas, pois cada vez mais ocorrem ações criminosas com o objetivo de roubar dados ou aplicar golpes online..

Então, chegou a hora de você descobrir o que é o spoofing e saber como evitar essa ação. Vamos lá?

O que significa o termo spoofing?

É preciso tomar cuidado com práticas criminosas com o Spoofing

Spoofing é um ataque cibernético moderno em que o hacker se passa por uma pessoa ou organização de confiança. Assim, leva o usuário a executar as ações que ele necessita para enganá-lo ou enganar uma rede inteira. 

Em tradução literal, o que é spoofing significa “enganar ou falsificar” e é exatamente isso que esses criminosos desejam fazer.

O spoofing acontece, normalmente, para obter informações pessoais/confidenciais, contornar informações e/ou espalhar malwares, como nesse exemplo específico do mercado financeiro.

Existem diversos tipos de spoofing: e-mail, SMS, site, IP, etc, e a principal artimanha do golpe é disfarçar (falsificar) a origem de determinada comunicação/ação, fazendo com que as vítimas cliquem em sites maliciosos, para que os hackers roubem dados e espalhem malware para a rede atingida.

Qual é a diferença entre o spoofing e phishing?

Você já sabe o que é spoofing, mas além dele há outro ataque cibernético que ficou famoso nos últimos tempos: o phishing. Você sabe qual a diferença entre os dois crimes?

Enquanto no spoofing, o objetivo é disfarçar a origem da comunicação, fazendo com que a vítima acredite que está conversando com outra pessoa ou organização; no phishing, o grande objetivo é iludir as vítimas para que elas forneçam dados, abram mensagens e/ou cliquem em links suspeitos.

Logo, os crimes podem ocorrer em conjunto, com os criminosos utilizando o spoofing para fazer com que o phishing pareça ainda mais real e aumentem as chances de iludir mais vítimas. 

Quer saber mais sobre o phishing e como se proteger de mais esse crime cibernético? A All in tem o conteúdo ideal para te explicar mais sobre o assunto, é só clicar aqui.

Quais formas de receber o ataque?

Como dissemos anteriormente, existem vários tipos de spoofing, por isso, é fundamental estar sempre atento à segurança de dados, principalmente, de aplicativos e sites. 

Cair em golpes online leva apenas alguns segundos e, normalmente, você nem percebe; por isso, é imprescindível adotar algumas medidas de segurança, além de treinar os olhos para identificar quando há algo errado durante a navegação. 

Quer saber quais são os principais tipos de spoofing? Anota aí.

O que é spoofing de e-mail?

Ilustração de um celular recebendo duas cartas, representando mensagens de e-mail. A primeira carta apresenta um ícone amigável, mas a carta logo atrás apresenta um ícone de perigo. Ilustra o que é spoofing de e-mail.

Estar atento é essencial para evitar cair em golpes na internet.

Sem dúvidas, o spoofing de e-mail é um dos ataques mais comuns e famosos da internet.. Quem nunca recebeu um e-mail que parecia ser do banco com uma comunicação urgente? Ou de um amigo com “as fotos da festa ficaram ótimas”. 

É assim que o spoofing de e-mail acontece: os criminosos se passam por pessoas e/ou organizações que a vítima conhece para fazer com que ela clique em links, abra mensagens e disponibilize dados pessoais e o controle da segurança de sua rede. 

O que é spoofing de site?

Neste tipo de ataque, um site é criado do zero com imagem, links e todos os elementos semelhantes aos de outro site para fazer com que a vítima acredite que está em um site conhecido/confiável e disponibilize login e outras informações pessoais.

Apesar de muito parecido, sempre haverá alguma diferença entre o site feito e o site oficial. Normalmente, essa diferença pode ser notada na url do site, por isso é muito importante treinar nossos olhos para notar essas diferenças eventuais.

O que é spoofing de IP?

O spoofing de IP tem como objetivo fazer com que um computador/usuário acredite que as informações vêm de determinado servidor, quando na verdade, ele vem de outro. Isso acontece, porque neste tipo de spoofing os criminosos modificam o IP certo por um incorreto, ocultando sua localização e podendo solicitar dados online sem ser reconhecido. 

Além de fazer com que a rede acredite que as informações são procedentes de uma fonte confiável e permita a passagem de conteúdo criminoso, os principais riscos são que os criminosos burlem firewalls e até autorizações de IP, realizem ataques man-in-the-middle e de negação de serviço. 

O que é spoofing de DNS?

Já a falsificação do DNS, permite que todo o tráfego seja redirecionado, ou seja, o usuário clica em determinado link e é automaticamente redirecionado ao site malicioso, sem que ele ao menos perceba as diferenças. Nesse processo, a vítima acaba em um site que espalha malware e nem sabe de onde vem.

Por ser um dos tipos mais difíceis de identificar, a dica é nunca clicar em um banner ou link que não reconheçam, sempre verificando o remetente e se a fonte é confiável.

5 dicas para evitar o spoofing

Ilustração de uma mulher segurando uma lupa, olhando atentamente as informações que recebe.

Fique de olho no que recebe pela internet e evite problemas!

Agora que você entendeu mais sobre o termo e os principais tipos, é hora de saber como se proteger e evitar os danos e consequências desse tipo de ataque cibernético. Vamos lá?

1 – Sempre verifique a URL

Ao navegar em um site e, principalmente se for disponibilizar dados e/ou fazer pagamentos, verifique o endereço da página em que você está navegando e certifique-se que a URL tem um “s” após o http e um ícone de cadeado à esquerda.

2 – Atente-se às senhas

O cuidado com as senhas é essencial para evitar esse e outros tipos de problemas digitais. Use senhas fortes com diferentes combinações e exclusivas para cada serviço online. Além disso, lembre-se de trocá-la regularmente.

3 – Olhos atentos 

Fique ligado a erros ortográficos, gramaticais e frases desconexas. Além disso, repare sempre na página em que você está navegando: ao receber e-mails, certifique-se que conhece o remetente, passe o mouse sobre os links para garantir que a URL leva ao site desejado, etc.

4 – Atualizações

Use sempre um navegador confiável e não esqueça de atualizá-lo sempre que necessário (isso também serve para sistemas operacionais). Assim você garante que receberá todas as atualizações de segurança e conseguirá evitar as mais recentes vulnerabilidades dos sistemas.

5 – Segurança online

De forma geral, cuidado com os links que clica, evite clicar em links e mensagens desconhecidas, aposte em um bom firewall e antivírus e fique atento para usar sempre sites protegidos.

Proteção de dados e a All In

Não basta saber o que é spoofing e como evitar, também  é importante investir na segurança de dados! 

As empresas e organizações precisam estar atentas, para garantir a segurança de seus processos e dados dos seus clientes e consumidores, além de sempre verificar os sites acessados para evitar ser vítima de hackers, spoofing, phishing e outros crimes cibernéticos. 

Fique sempre atento, treine seus olhos para identificar quando há algo errado na navegação e use todas as ferramentas disponíveis para se proteger – ah, e não esqueça de compartilhar informação com as pessoas ao seu redor e ajudá-las também a se proteger

E, como sempre, você sabe que também pode contar com a All in para receber dicas de proteção de dados e segurança, novidades sobre o mundo digital e, claro, as melhores soluções de marketing para conhecer melhor o seu consumidor. Quer saber mais? É só clicar aqui.

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Conheça as 5 fases do ciclo de vida do cliente

Permalink - Posted on 2022-07-21 12:00

O ciclo de vida do cliente representa os diversos estágios de compra que um consumidor pode estar, e conhecer quais são esses estágios pode ser fundamental para o relacionamento e as vendas da sua marca.

Esse ciclo é dividido em 5 estágios e nesse conteúdo vamos nos aprofundar em cada um, além de trazer ações que melhor se aplicam em cada momento do consumidor. Vamos lá?

O que é o ciclo de vida do cliente?

O ciclo de vida do cliente trata dos diferentes estágios que ele vivencia durante a jornada com sua empresa – ou seja, desde o primeiro momento em que ele interage com a marca até o momento em que ele deixa de comprar com ela.

A esse ponto, você já deve saber quão importante é personalizar a sua abordagem de acordo com os gostos e o estágio do cliente, certo? Com as mudanças no comportamento do consumidor, a personalização é a chave!

Os benefícios de acompanhar esse ciclo

Já abordamos em outros momentos a importância de ter um bom relacionamento com seus clientes e as diversas vantagens em criar campanhas mais autênticas e voltadas para as pessoas, lembra?

Ilustração de uma mulher observando itens de interesse em seu celular

Conhecer seu cliente é fundamental para melhorar suas campanhas!

Saber onde o lead está no ciclo de vida do cliente é mais um ponto fundamental para sua estratégia para abordar a pessoa certa, na hora certa.
Então, pronto para conhecer os 5 estágios?

Quais são os 5 estágios do ciclo de vida do cliente

Os 5 estágios do ciclo de vida do cliente tratam desde o entendimento de qual é seu público alvo, passando pela aquisição e até o momento em que o cliente deixa de comprar com sua marca. As fases são:

  1. Segmentação
  2. Aquisição
  3. Rentabilização
  4. Retenção
  5. Recuperação

Vamos entender cada uma delas?

1. Segmentação de clientes

O primeiro passo é, claro, conhecer seu cliente! Entenda quem é seu público e quais são seus interesses.

Trabalhe em construir personas, por exemplo, considerando a etapa do funil e a intenção do consumidor. Entenda o que seu público tem em comum, o que os atrai e a melhor plataforma para se comunicar com eles.

2. Aquisição

Hora de prospectar! Com as informações do seu público-alvo coletadas no estágio anterior, está na hora de atraí-los para sua marca.

Ilustração de uma pessoa efetuando uma compra pelo celular, representando um dos 5 estágios no ciclo de vida do cliente.

É preciso estar atento aos seus clientes e o que os levaria a comprar do seu produto.

Nesse momento, seu foco será atingir o cliente com a abordagem ideal para seu momento de compra, baseado nas informações de sua persona. Para isso, estratégias de marketing digital podem ser seu grande aliado.

Além disso, vale a pena pensar em ações como Member Get Member (MGM), que nada mais é do que um programa de indicação que pode dar benefícios para quem indicou e também para o indicado.

3. Rentabilização  

O ponto central nesse estágio do ciclo de vida do cliente é estimular que ele experimente ou ative seu produto/serviço. 

Seu objetivo nessa fase do ciclo de vida é fazer com que o usuário se torne cliente regular, estimulando repetição de vendas ou pagamentos recorrentes.

Uma boa estratégia para esse momento pode ser o cross-sell, em que você recomenda ao consumidor um produto complementar ao que ele adquiriu. Exemplo: na compra de um celular, uma case protetora é ofertada em conjunto.

Ou então uma oferta para os primeiros meses de uso do serviço, muito utilizado para telefonia e softwares, por exemplo.

4. Retenção

Nessa fase do ciclo de vida do cliente, ele apresenta redução na utilização de serviços ou produtos ou ainda, pouco engajamento com suas ações de relacionamento. 

Na era digital, os consumidores estão cada vez mais exigentes com a personalização e a qualidade no atendimento e/ou no uso da plataforma. Se a experiência é ruim, ele parte para o próximo.

Infelizmente poucas empresas conseguem identificar quando seu cliente chega nesse estágio. O objetivo principal desse momento, é tentar reconquistar o relacionamento, entendendo os motivos da queda de uso e corrigindo os erros.

Para isso, esteja atento a sinais de descontentamento, como aumento nas reclamações e quedas no volume de compras. Invista em customer success e em atendimento de qualidade – durante e no pós!

5. Recuperação

Esse é o último estágio do seu cliente, o momento em que ele se torna inativo. O foco para esse ponto é a reconquista. Tente entender os motivos do desencantamento e insatisfação do seu cliente, perguntando sobre possíveis erros da empresa, diferenciais do concorrentes, condições do mercado, etc.

Ilustração de duas pessoas dando as mãos, como um ato de reconciliação - ou recuperação

Lembre-se que é sempre mais vantajoso reativar um cliente do que conquistar um novo

As ações para essa fase envolvem a análise interna para entender os motivos do cancelamento, pesquisas, correção de erros e processos internos, além de campanhas de reconquista.

Busque feedbacks dos clientes que se tornaram inativos e entenda o que os fez desistir de comprar no seu negócio. Além disso, invista em soluções de marketing que automatizam suas campanhas a partir do comportamento do cliente em sua plataforma.

Nossas soluções podem ajudar sua marca!

Agora que você já sabe quais são as fases do ciclo de vida do cliente, que tal implementar nossas dicas e cuidar do ponto principal de qualquer negócio? O consumidor.

Trabalhe no relacionamento com sua base de clientes e na personalização de suas campanhas para acompanhar os diferentes estágios de cada um. E claro, para isso você pode sempre contar com a All in.

Clique no banner abaixo e conheça mais sobre nossas soluções e inteligência estratégica – totalmente baseada em dados. Vem com a gente!

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Por que a personalização da experiência de compra é importante

Permalink - Posted on 2022-07-20 12:19

Em um mercado cada vez mais saturado e competitivo, é preciso pensar em se diferenciar, conquistar a atenção dos consumidores e transformá-los em clientes.  É nesse contexto que a personalização da experiência surge como alternativa para atender às reais expectativas dos clientes e cativá-los.

 De acordo com o relatório Next in Personalization de 2021, 76% dos consumidores ficam insatisfeitos quando ela não ocorre.

Por isso, as empresas têm buscado personalizar a experiência em toda a jornada dos clientes: atração, conversão e retenção. E nos mais diversos pontos de contato: e-mail marketing, anúncios, navegação dentro do site, atendimento, pós-venda e até mesmo no produto que vendem.

Mas, neste artigo, o foco será na importância da personalização no comércio eletrônico e mais especificamente dentro da loja virtual, durante a navegação e possível compra. Continue a leitura e saiba mais sobre esse tema!

Personalização da experiência no e-commerce: por que fazer?

Como mencionado, a personalização já é um requisito no mercado, mas quando falamos de vendas on-line ela pode ser ainda mais decisiva. Isso porque você pode gastar muito dinheiro atraindo visitantes para sua loja virtual, mas nada garante que ele realmente fará uma compra no seu site. 

Um dos principais motivos é o fato de que na loja on-line não podemos contar com a figura de um vendedor, como acontece no ambiente físico. Ou pelo menos não com o modelo de vendedor que estamos habituados.  

O mais próximo disso é feito através das comunicações dentro do site e também da qualidade da experiência que o consumidor tem durante a navegação. 

Por isso é tão importante investir em usabilidade e arquitetura da informação. Mas, além disso, é preciso contar com a personalização da experiência, pois é justamente ela que fará o papel do vendedor, mostrando os produtos certos, sugerindo itens complementares, apresentando as promoções e fazendo com o que o cliente se sinta especial e decida de fato comprar na loja.

Como personalizar a experiência dentro da loja virtual?

Você já deve ter percebido que a personalização dentro da loja virtual caminha de mãos dadas com a recomendação de produtos, certo? 

Sim, é verdade. Mas existem diversas formas de fazer isso e também outras maneiras para personalizar a experiência por completo. Confira a seguir as principais ideias.  

Análises de perfil e navegação

Quando pensamos em tecnologia, a base da personalização é a análise de perfil dos consumidores e da navegação deles. É a partir dessas análises que será possível conhecer os clientes e entender como eles são, o que buscam e o que oferecer para cada um. 

Na loja virtual, é importante levar em conta aspectos básicos da jornada de compra, como: termos de busca utilizados; cliques em categorias; vitrines e produtos; cliques e interações com pop-ups e banners; tempo de permanência dentro das páginas de produto; entre outras coisas.

Para isso, você não precisa necessariamente coletar dados sensíveis, como nome, idade, gênero, geolocalização etc. Basta analisar o comportamento em tempo real durante a navegação dentro da loja e, com base nisso, apresentar os produtos e ofertas mais relevantes para aquela compra — como acontece em uma loja física. 

Recomendação de produtos

Como já mencionamos, a recomendação de produtos é uma das principais formas de personalizar a experiência dentro da loja virtual. E o jeito mais popular de fazer isso é através de vitrines de recomendação

Essas vitrines dão destaque para determinados produtos e também podem sugerir os itens mais relevantes para o perfil de cada usuário e/ou complementares ao que ele está buscando. Isso facilita a jornada de compra e melhora a experiência.

Mas também é possível recomendar itens através de pop-ups de retenção, que, além de fazer sugestões de compra, também ajudam a evitar a taxa de rejeição e o abandono de carrinho, pois aparecem em momentos estratégicos e chamam a atenção do consumidor.

A maioria dos sistemas de recomendação hoje fazem análises de navegação para recomendar os produtos, atendendo de uma só vez aos quesitos mencionados neste tópico e no tópico anterior: análise e recomendação. 

Resultados de busca personalizados 

Outra maneira de personalizar a experiência dentro da loja virtual é apresentar resultados de busca de acordo com os interesses que o consumidor demonstrou durante a navegação. 

Desse modo, se uma pessoa entrou no site e buscou por “vestido longo preto” e depois clicou em vários vestidos pretos, quando ela voltar ao campo de busca, em um segundo momento, e digitar apenas “vestido”, os primeiros resultados apresentados serão de vestidos longos pretos, nos modelos que demonstrou interesse anteriormente.

Esse tipo de ação acelera a decisão de compra e aumenta as chances de conversão

Essa habilidade é chamada de busca comportamental ou busca personalizada e está presente em um sistema de busca inteligente, que utiliza inteligência artificial para otimizar e personalizar as buscas realizadas.

Além disso, uma busca inteligente conta com outras funcionalidades, como: alta velocidade, correção fonética, busca por cor, busca por voz e busca por imagem. 

Essas características também ajudam a otimizar e personalizar a experiência, pois permitem que o cliente faça as buscas da maneira que preferir, respeitando a individualidade de cada um. 

Páginas exclusivas para cada segmento 

Uma maneira pouco conhecida de personalização da experiência dentro de um e-commerce é criar páginas exclusivas e direcionadas para segmentos diferentes, também conhecidas como hotsites.

Com eles, é possível criar um ambiente à parte dentro do site, totalmente focado em alguma campanha, lançamento ou promoção, com o objetivo de alcançar públicos específicos. É como criar uma nova página para o site, mas de uma forma muito mais prática e rápida e com caráter temporal, com foco em um único objetivo.

Um exemplo seria criar um hotsite com promoções para jovens casais no Dia dos Namorados. Por outro lado, você também poderia criar outro hotsite direcionado aos solteiros, afinal, todo mundo merece ser lembrado. Dentro dessas páginas, você pode inserir vitrines, banners e produtos exclusivamente selecionados para o público em questão.

Benefícios da personalização

Apostar em personalização pode levar muitos benefícios para o seu e-commerce. Confira a seguir os principais: 

  • eleva a experiência de compra;
  • acelera a tomada de decisão;
  • aumenta as taxas de conversão;
  • fideliza os clientes.

Personalização da experiência na sua loja virtual 

Como você viu, personalizar a experiência já é um requisito básico para qualquer e-commerce que queira ter sucesso nos negócios. Melhora a experiência dos consumidores e traz inúmeros benefícios para as lojas virtuais, tanto de curto, quanto de longo prazo.  

Além disso, existem muitas maneiras de colocar a personalização em prática durante a navegação. Então, lembre-se, você sempre pode contar com a All in e seus parceiros, como a SmartHint, para trazer as melhores soluções e resultados para você.

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Planejamento de vendas online: 7 dicas práticas!

Permalink - Posted on 2022-07-12 12:00

A conquista de novos consumidores e a fidelização durante a jornada de compra deve acontecer durante o ano todo, por isso, é necessário ter um planejamento de vendas ao longo do ano.

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2020, com a pandemia do novo corona vírus, as vendas pela internet ganharam força e com isso, o e-commerce cresceu cerca de 56,8% de janeiro a agosto, em relação ao mesmo período do ano anterior.

E as previsões para os próximos anos são otimistas para o setor, de acordo com levantamento do “The Global Payments Report 2021”, o e-commerce brasileiro pode atingir faturamento de R$314,8 bilhões em 2024, o que representa um aumento de 55,5% para os próximos anos. 

Portanto, investir em um planejamento de vendas online e em uma boa tecnologia de gestão de vendas faz total diferença para organizar o seu estoque, realizar melhorias em seu site, fornecer uma melhor experiência aos usuários e criar campanhas de marketing digital para conquistar mais clientes e maximizar resultados.

Se deseja saber mais sobre como fazer um bom plano de vendas, leia nossas dicas a seguir!

O que é planejamento de vendas e qual sua importância?

Plano de vendas é um documento que se constrói com informações sobre as metas  e quais caminhos são ideais para alcançá-las, visando organizar e preparar a equipe de vendas da sua empresa. 

Dessa forma, é possível saber quais ações e estratégias de marketing usar durante o processo de conquista até a conversão do usuário – e claro, não podemos esquecer do pós-venda!

Como fazer um planejamento de vendas?

Ilustração de pessoas em volta de uma mesa fazendo um planejamento de vendas

Veja a importância e como fazer um planejamento de vendas.

Agora que você já sabe o que é planejamento de vendas, vamos colocar a mão na massa e entender como introduzi-lo em sua estratégia. Vem com a gente!

1. Olhe para dentro

O primeiro passo para se pensar em um planejamento de vendas é olhar para o histórico de desempenho de vendas da sua empresa: qual a situação atual das vendas? Quais são os índices de vendas até o momento do plano?

Mapeie estes pontos para iniciar um planejamento de vendas o mais realista possível.

2. Entenda seu público alvo

Depois de avaliar o seu desempenho em outros anos, é a hora de olhar para seu público-alvo! Afinal, suas vendas são pensadas nele.

Na hora de montar o planejamento de vendas, é preciso fazer uma análise profunda sobre seus clientes, buscando coletar o máximo de informação possível.

Se possível, busque montar personas, dessa forma, as informações ficam ainda mais organizadas e de acordo com seu público. Assim, você vai saber qual é o comportamento dele e qual estratégia é a mais assertiva. 

3. Trace seus objetivos

Agora, você já sabe quem são as pessoas que deseja atingir, saiba aonde quer chegar e estruture objetivos considerando perspectivas macro e micro.

No plano de vendas, os objetivos macro devem estar de acordo com o cenário geral que deseja alcançar, isto é, o resultado final que sua empresa pretende atingir nas vendas, a partir de seu planejamento.

Enquanto os objetivos micro são os objetivos que você precisa alcançar em etapas, para que os objetivos macros sejam conquistados, ou seja, eles são o caminho a percorrer para a realização do plano de vendas.

Para te ajudar a pensar nesses dois objetivos, use a metodologia SMART:

SMART

Ilustração de uma pessoa segurando uma lâmpada, ilustrando uma boa ideia

O método SMART pode auxiliar seu planejamento ao otimizar alguns processos.

Este é um método que estabelece critérios para a definição de objetivos e metas, baseando-se em cinco fatores:

Specific (específico)

O primeiro passo dentro do planejamento de vendas é tornar seu objetivo mais específico. Por exemplo, definir uma meta como “aumentar minhas vendas” é pouco objetivo. Podemos então estipular algo como “aumentar as vendas em 10% em um período de três meses”. Assim, temos uma meta mais palpável.

Measurable (mensurável)

Tendo definido um objetivo específico, agora ele precisa ser mensurável, afinal é preciso conseguir acompanhar o desenvolvimento do objetivo e se ele foi alcançado ou não.

Por exemplo, se definirmos algo como “Posicionar minha empresa como uma das cinco mais importantes do segmento do varejo”, podemos considerar uma meta específica, mas não mensurável se não tivermos um ranqueamento que possamos acompanhar como base. 

Achievable (alcançável)

Apesar de parecer óbvio, é muito importante que seus objetivos sejam alcançáveis. Tenha o objetivo de de crescimento de seu negócio, mas neste momento se atenha ao que sua equipe pode alcançar dentro do seu planejamento.

Relevant (relevante)

Para esse ponto você deve se perguntar: por que essa meta é importante para sua empresa? Aqui, a relevância se relaciona com a motivação para alcançar determinado objetivo.

Um determinado objetivo pode ser importante, mas não relevante para o momento da sua marca. Leve isso em consideração.

Time-based (temporal)

O último passo dentro do planejamento de vendas é olhar para o calendário e definir um prazo. Sem ele, a procrastinação pode surgir e suas consequências não são positivas. 

Tente um cronograma com entregas menores, dessa forma, seu planejamento de vendas será ainda mais organizado e estruturado. 

Lembre-se que ajustes podem ser feitos ao longo da caminhada, por isso, não engesse os prazos. Os imprevistos acontecem e você precisa estar preparado para eles.

4. Monte estratégias para os seus planos de vendas

Ilustração de uma pessoa fazendo um planejamento de vendas usando de métricas

Sempre monte estratégias dentro do planejamento de vendas.

Você já tem em mãos  grande parte das etapas para criar seu planejamento de vendas. Agora, o próximo passo é montar uma estratégia de marketing. Ela é importante para melhorar a performance de vendas.

Você pode optar por estratégias voltadas para o inbound marketing, por exemplo, em que você cria conteúdos para atrair clientes em potencial, de acordo com etapa do funil de marketing em que eles estão. Lembre-se que é importante definir quem é seu público e montar as personas, para que esta etapa seja mais assertiva.

Mas, é possível pensar em outras estratégias, como o e-mail marketing, que convergem sua marca e o que ela pretende passar, confira nosso guia. Você pode usar da estratégia de outbound, em que sua marca se torna mais conhecida através da publicidade. Assim, você vai até seus clientes e não o contrário.

5. Faça alinhamentos

Antes de colocar o planejamento de vendas em ação, busque alinhar todo esse processo com as equipes que fazem parte dele, assim, todos sabem o que esperar desse plano. 

Criar expectativas altas e sem o conhecimento de todos só gerará frustrações, por isso, garanta que toda a equipe  conheça seu plano de vendas agreguem com esses objetivos – e que eles sejam, de fato, alcançáveis.

6. Invista em métricas

Ilustração de pessoa apresentando métricas e resultados

As métricas são a melhor forma de saber se o seu planejamento de vendas está funcionando ou não, de acordo com seus objetivos.

As métricas são a melhor forma de saber se o seu planejamento de vendas está funcionando ou não, de acordo com seus objetivos.

Seu planejamento de venda já está em ação? Está na hora de acompanhá-lo para saber se tudo está dando certo ou é preciso alguns ajustes. 

Separamos algumas métricas que podem te ajudar nessa análise: 

Taxa de conversão

Esta é uma métrica bem importante quando o assunto é vendas, porque é utilizada para mensurar os resultados de uma certa estratégia. Por exemplo, a taxa de conversão de novos clientes em potencial. 

Para calcular, é preciso dividir as conversões pela sua audiência:

400 clientes em potencial / 2.000 visitantes X 100 = 20% é a sua taxa de conversão de clientes em potencial.

Sempre faça o acompanhamento dessa métrica para entender se o seu planejamento de vendas está trazendo mais conversões ou não.

Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

O custo de Aquisição de Clientes (CAC) é uma métrica que indica o quanto seu negócio está investindo para a conquista de um novo cliente. 

Acompanhar se o CAC está aumentando ou diminuindo ajudará na definição e melhoria das suas estratégias de conquista do cliente ao longo do funil de vendas.

Return On Investiment (ROI)

A sigla ROI significa Retorno sobre Investimento. Por meio desta métrica sua empresa pode saber se está ganhando dinheiro com cada investimento realizado, indo desde campanhas, treinamentos, aquisição de ferramentas, a busca por novas estratégias, etc.

Por isso, veja se o seu investimento necessita de ajustes.

7. Invista em um bom sistema de gerenciamento.

Já que estamos falando de planejamento, segue mais essa dica!

O Bling é uma plataforma de gestão de vendas para o e-commerce e varejo, que cuida de todo o processo de venda dos seus produtos.

Com a plataforma, você conta com uma série de funcionalidades que vão ajudar muito nas vendas da sua empresa. Por isso, se você ainda não conhecia o Bling, esse pode ser o momento ideal.

E a All in em parceria com o Bling, criou com um cupom de 3 meses grátis para as novas contas criadas, que você pode conferir pelo link. Vale lembrar, que a promoção só se aplica para novas contas e que o cupom não acumula com outras promoções.

Agora que você já garantiu seu cupom de 3 meses grátis no Bling, que tal saber um pouco mais sobre as funcionalidades da plataforma?

Mais agilidade

Na plataforma  Bling, você faz todo o processo de venda dos seus produtos de forma muito mais ágil e prática, desde os processos financeiros até os operacionais, tudo 100% online. 

Maior integração

Na API do Bling, você encontra mais de 250 plataformas diferentes para integração, entre marketplaces, transportadoras e e-commerces. 

Mais facilidade para vender

Outras vantagens que com certeza vão te ajudar nas vendas:

  • Cadastro e controle de estoque para você ter tudo  bem organizado de forma prática
  • Bling conta digital, uma conta digital sem burocracia para você cuidar do financeiro da sua empresa;
  • Integração com os Correios e logística,  onde você pode imprimir as etiquetas de rastreio e acompanhar as entregas de forma automatizada; 
  • Controle total da movimentação de caixa, tanto da loja física quanto da loja virtual; além de controlar seu orçamento, usufruir da gestão financeira da sua empresa;
  • Cadastro de usuários, clientes, vendedores e fornecedores: foco total na organização!
  • Automatização  do processo de vendas por meio de aplicativo de mensagens;
  • E crie boletos que podem ser enviados a seus clientes por e-mail, controlando o recebimento por meio de forma automática com o Moip.

Deu pra ver que são muitas vantagens, né? Afinal, com um bom planejamento de vendas você com certeza vai elevar ainda mais o nível do seu negócio.

Coloque seu planejamento de vendas em ação!

Agora que você já sabe tudo sobre um bom plano de vendas e como colocá-lo em prática, é hora de introduzir essa estratégia em seu negócio. Lembre-se de definir metas claras e que façam sentido para sua marca, ok?

E lembre-se também que você sempre pode contar com a All in e seus parceiros para trazer as melhores soluções e resultados para você. 

Acompanhe nosso blog e não perca nenhum dos nossos conteúdos exclusivos!

Clique aqui para conhecer mais sobre as nossas soluções para melhorar a sua estratégia de marca.

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Entenda o que é CTA e como usar

Permalink - Posted on 2022-07-05 12:00

Se você está minimamente inserido no mundo do marketing digital, com certeza já ouviu falar sobre o que é CTA, certo? O termo já se popularizou e é amplamente utilizado no mercado, mas você sabe como usá-lo de maneira efetiva? 

Ao tentar estimular seu cliente a executar uma ação de seu interesse, é preciso pensar em uma estratégia para que esse comando seja efetivo. Ele condiz com o momento em que o cliente está? Essa ação faz sentido agora? São alguns exemplos de questionamentos que podem nos ajudar a encontrar a melhor opção.

E é isso e muito mais que você aprende agora. Acompanhe o conteúdo exclusivo que a All in preparou para você!

Entenda o que são os CTAs

A sigla significa “call to action”, ou seja, chamada para ação, e direciona o usuário a executar ações dentro do seu planejamento. O CTA pode ser usado de diferentes formas, entretanto, ele é muito mais do que apenas um comando.

O uso de CTAs é uma verdadeira oportunidade de gerar ações e leads. Ele serve para encaminhar o leitor para uma seção do conteúdo ou para um link , incentivando-o a avançar no funil ou conhecer mais sobre sua marca.

Veja alguns dos exemplos mais comuns:

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  • Fale com um consultor

Em geral recomenda-se usar verbos no imperativo no início desses botões, para que indique a ação que esperamos de acordo com o objetivo do botão.

Você já usou ou clicou em algum desses? Você, como usuário, já notou algum tipo de CTA que te atrai mais? Compartilhe com a gente nos comentários!

Aprenda agora a construir ótimos CTA’s!

Ilustração de pessoas anunciando online, exemplificando o uso de CTAs

Sabendo o que é CTA e como usar, podemos afetar positivamente os resultados!

Agora, você já sabe o que é CTA e que utilizá-lo é uma ótima forma de guiar o seu leitor para a próxima fase da jornada de compra.

Entretanto, também é preciso uma estratégia para escolher o CTA perfeito para a ação que você quer sugerir, por isso, existem algumas coisas que você precisa considerar. Então segue a lista e anota aí!

Considere o estágio no funil de vendas

Cada etapa do funil pede por uma ação diferente, por isso, é fundamental conhecer profundamente a jornada de compra do usuário e a sua persona para garantir que as etapas estão sendo seguidas conforme planejado. 

Com isso, tenha em mente que quando o usuário está no início do funil, é mais interessante trabalhar com um chamado que o leve para conhecer a marca e o que você pode oferecer. Por exemplo, “baixe o ebook gratuitamente” pode ser uma boa opção para compartilhar um conteúdo rico e introduzir a marca ao leitor. 

Se o usuário já avançou no funil e tornou-se um lead, é hora de avançar também com o CTA, experimente algo como: “fale com um consultor” ou “faça um orçamento”. 

E, claro, quem já é cliente também precisa de estímulos, que tal oferecer uma promoção ou condições especiais? “Clique agora e resgate 20% de desconto em sua próxima compra”, por exemplo, estimula uma nova compra com condições especiais para quem já está com você. É fundamental considerar o estágio do funil para fazer valer o objetivo do CTA.

Conheça sua persona

Ilustração de objetos representando hobbies, localização, forma de acesso

Entenda do que seu cliente gosta e como impactá-lo na hora certa!

Nunca é demais lembrar: é imprescindível conhecer a sua persona! Quem é o público com quem você conversa? Como você separa essas pessoas – pelos interesses e hobbies, pelo status social?

Se, por exemplo, você trabalha com um blog na sua marca e lá tem conteúdo para diferentes tipos de consumidores, é importante pensar em CTA’s diferentes, de acordo com o público para qual esse conteúdo é direcionado. 

Hipoteticamente, você tem um blog sobre bicicletas: um CTA de “3 equipamentos essenciais para pedalar” é interessante em um conteúdo voltado para iniciantes, como pessoas que iniciaram agora suas pesquisas sobre o assunto, com linguagem fácil e contexto introdutório – apresentando a solução para o usuário de forma geral, sem vender a sua marca logo de cara. 

Já em um conteúdo para leitores com mais conhecimento e que já tem essa atividade como hobbie, algo como “5 dicas para aumentar sua quilometragem” seria mais apropriado e efetivo. 

Faz sentido para você? A ideia aqui é ir além do “clique aqui” ou “conheça agora”, afinal, se você já tem conhecimento sobre a sua persona, pode ser mais específico e personalizado – o que também ajuda na conversão!

Escolha o objetivo de seu CTA

Como diz o próprio nome, o call to action foi criado para direcionar o usuário a fazer uma ação. É claro que o leitor age por sua própria vontade quando está navegando em sites ou blogs, mas existem diversas ações que podem ser sugeridas.

Por isso, é preciso escolher qual o grande objetivo do seu CTA – lembre-se que esse objetivo está atrelado ao seu planejamento e as metas que você desenhou para o negócio e funcionarão de forma integrada.

  • Leads: se o seu objetivo é aumentar os leads, você pode trabalhar com CTA’s que levem para essa conversão: baixe agora, responda a pesquisa, inscreva-se na newsletter, cadastre-se, etc.
  • Interações: o CTA também pode ser usado para aumentar suas interações tanto em um blog, como nas redes sociais: compartilhe nos comentários, marque um amigo, salve esse post para ver depois, compartilhe com alguém…
  • Tráfego: já pensou usar um CTA para gerar tráfego para outra página? Você pode fazer isso através de hiperlinks em seu blog ou em landing pages, por exemplo. Alguns exemplos amplamente utilizados para você se inspirar são: conheça nosso site, visite o nosso canal, saiba mais em nosso blog, etc. 

Uma chamada para ação pode cumprir diferentes objetivos, por isso, é importante entender o que é CTA e quando usá-lo de maneira efetiva, de acordo com as suas metas, tanto de planejamento digital, quanto de marca.

Comece a criar CTAs estratégicos agora mesmo!

Ilustração de balões de CTA

Escolha atentamente qual CTA usar em cada situação!

Você já sabe o que é CTA e a importância de integrá-lo ao seu planejamento, então agora é hora começar a criar e colocá-los em prática. Vamos lá?

Para isso, tenha em mente 3 fatores fundamentais:

  • Senso de urgência: o CTA pode gerar o gatilho de urgência e/ou escassez, é uma oportunidade única que o usuário precisa aproveitar. Pense nisso ao criá-lo para uma promoção ou oferta, por exemplo.
  • Capriche na escrita: para criar o seu CTA, é importante conhecer os gatilhos mentais e estratégias de copywriting para garantir que ele atenda os objetivos e seja efetivo. 
  • Design: além da escrita, você também pode investir nos princípios de design para tornar o seu CTA mais atrativo. Preocupe-se com as cores, elementos e experiência do usuário, lembre-se que é preciso se destacar, mas respeitando os princípios do design e do guide da marca.

Outro ponto a se considerar é olhar para você como usuário: você clicaria nesse CTA que acabou de fazer? É um botão atraente, objetivo e de fácil compreensão? Se você respondeu sim a essas questões, é hora de começar a criar os seus CTA’s e colocá-los em prática!

Faça testes, entenda como a sua audiência reage e sinta os resultados. Lembre-se que o público passará por um período de aprendizagem e nenhum resultado é imediato, por isso, observe, analise, monitore e faça as alterações necessárias para continuar aperfeiçoando suas estratégias. O fundamental é não haver nenhum tipo de dúvida sobre o que o CTA sugere, combinado?

Não perca essa oportunidade!

Viu só como funciona?

Você pode aprender muito mais sobre marketing digital com a All in! Temos diversos materiais que vão te ajudar a conhecer as melhores soluções e ferramentas para o seu negócio. 

Quer ver? Aprofunde-se agora!

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Marketing de experiência: saiba como usar

Permalink - Posted on 2022-06-30 12:00

Não é novidade que o consumidor mudou com a transformação digital, certo? Por isso, o marketing de experiência pode ser um grande aliado da sua marca para acompanhar essas mudanças e se destacar em meio a elas.

A transformação digital dos últimos anos acelerou essa mudança no consumo. Nós já falamos disso em outra oportunidade, lembra? Mais exigente, perspicaz e preocupado com questões sociais, os clientes querem se relacionar com marcas que oferecem mais que um produto de qualidade.

Mas o que eles querem então? Quais as estratégias mais eficientes para conquistar e fidelizar um cliente? É isso que você vai entender agora com esse conteúdo exclusivo da All in sobre o marketing de experiência. Vem com a gente!

O que é o Marketing de Experiência?

O marketing de experiência, também chamado de marketing sensorial, tem como objetivo encantar e mexer com emoções e sensações do consumidor para atraí-lo, conquistá-lo e fidelizá-lo.

Toda compra é precedida por uma experiência e o marketing sensorial visa entender e analisar essa experiência para identificar quais estímulos contribuíram para aquela tomada de decisão e os gatilhos, sensações e emoções que ficaram atreladas àquele processo. 

Ilustração de uma mulher próxima a um celular, cercada por ilustrações de roupas e efetuando uma compra. Exemplifica uma ação por marketing de experiência

O marketing de experiência ajuda a aprimorar a experiência de compra da sua marca!

Pense em você mesmo como cliente: só o preço basta para a sua tomada de decisão? Os consumidores buscam muito mais que isso: qualidade, propósito, engajamento social, agilidade, experiências integradas e otimizadas – são só alguns dos atributos necessários para encantar o consumidor hoje.

Quer um exemplo? Pense em grandes marcas como a Coca-Cola, ela não vende só refrigerantes, ela vende uma experiência, um momento de união e felicidade. Os bancos digitais vão muito além de serviços bancários, eles oferecem praticidade, rapidez e comodidade

Uma marca não pode só vender um produto – ou ela estará fadada a se misturar com todas as outras; ela precisa englobar toda uma experiência única, agradável e otimizada, de acordo com as necessidades de sua persona.

Sim, a persona, lembra dela? É conhecendo-a que você conseguirá colocar o marketing de experiência em prática: você já sabe quem é o seu consumidor, suas dores e desejos e, com a estratégia, você entenderá quais gatilhos contribuem com a sua tomada de decisão e quais são os sentidos e emoções despertadas para torná-la um cliente fiel de uma marca. 

Mas calma, nós vamos explicar isso melhor. Continue com a gente!

Os benefícios do marketing de experiência

Colocar essa estratégia em prática já traz o benefício de observar e analisar os comportamentos do seu consumidor – e isso pode trazer diversos insights para o seu negócio. Mas não para por aí, o conceito envolve outras vantagens que serão percebidas ao longo da execução, como:

Aumento da fidelização

Se a experiência do cliente for memorável, ele ficará com vontade de voltar e indicar sua marca. Para muitos consumidores, a experiência de compra pode ser tão ou mais importante que o produto/serviço oferecido.

Além disso,  uma pesquisa da All in sobre perfil de consumo mostra que os clientes estão dispostos a pagar mais caro para ter uma boa experiência, então unir a qualidade do seu produto a uma experiência satisfatória pode ser uma receita de sucesso para aumentar a fidelização dos seus clientes.

Cultura do feedback

Ilustração de uma pessoa dando avaliações e feedbacks na internet

A satisfação do cliente é super importante para qualquer empresa.

Quanto mais próxima a relação com o usuário, mais se cria a facilidade de feedbacks, concorda? Criando esse relacionamento com os seus consumidores, eles se sentirão à vontade para dizer a você o que acham dos seus serviços.

Podem dar sugestões, elogios e críticas construtivas que irão te ajudar a aperfeiçoar não só a experiência do usuário, mas o seu negócio como um todo. E nada melhor do que ouvir quem realmente importa, né?
A mesma pesquisa da All in apontou que 41% dos clientes costumam avaliar as lojas e produtos quando recebem e-mail para isso e 26% dão feedback em aplicativos e sites. Olha aí a oportunidade de estimular esse contato com seus clientes.

Identificação com a marca

Criando uma experiência consistente e focada no usuário, consequentemente, ele se sentirá mais próximo do seu negócio e estabelecerá uma relação de identificação. O que, além de favorecer a cultura do feedback e a fidelização, também permite que ele indique, recomende e seja um verdadeiro brand lover.

Mais clientes

Aliás, já que o seu brand lover vai indicar e recomendar o seu negócio, a consequência é atrair cada vez mais clientes. Afinal, como uma experiência tão incrível não vai atingir mais pessoas? O marketing de experiência te ajudará também nesse processo de atração e retenção.

Coloque essa estratégia em prática!

Ilustração de uma mulher apresentando gráficos de resultados positivos, resultado do marketing de experiência

Colocar essa estratégia em prática trará ótimos resultados para sua marca!

Como toda estratégia, existe um processo para colocar o marketing de experiência em prática, um ponto fundamental, por exemplo, é entender e acompanhar a jornada de compra e os hábitos e comportamentos do seu consumidor, você já faz isso? Aproveita e salva aí outros pontos que vão te ajudar a colocá-lo em prática:

Busque a inovação

O pensamento criativo se faz necessário para atrair, emocionar e impressionar os seus consumidores. Aqui, o “pensar fora da caixa” se torna uma premissa básica, mas nada de reinventar a roda, hein? O pensamento criativo aqui tem como foco criar experiências memoráveis, se fazer presente, ser lembrado pela inovação ou pelos sentimentos e emoções que despertou.

Por exemplo, o chocolate KitKat já fez uma campanha em que colocou sua logo em bancos de madeira, fazendo parecer que cada ripa era um bloco de seu tão famoso chocolate. Legal, né?

Use ferramentas de relacionamento

Mas nem só de inovação vive um negócio. Uma premissa fundamental do marketing de experiência é a qualidade do atendimento, suporte e, principalmente, pós-venda. 

O atendimento acaba sendo um dos principais pontos para tornar uma experiência agradável, por isso, é imprescindível o investimento na área. Profissionais especializados e ferramentas de relacionamento podem contribuir (e muito) com o seu atendimento.

Felizmente, hoje podemos nos aproveitar de uma ferramenta acessível e já aderida por muitas pessoas: as redes sociais. Sua marca pode fazer uso delas para manter uma relação mais próxima com seus clientes.

Para além do ponto de vendas

A experiência tem que ser incrível no ponto de vendas, mas não pode ficar só nele, né? Leve a sua inovação, criatividade e as experiências incríveis para outros pontos de contato, além do físico. 

Entenda onde o seu cliente está e esteja também, apresente a experiência incrível que o seu negócio proporciona a outras pessoas. O ponto de venda físico é apenas uma das muitas possibilidades.

A experiência pode ser móvel, pode estar em diversos lugares, assim como mostramos na campanha da Kitkat.

Marketing de experiência: a All in pode te ajudar

E é claro que você pode contar com a All in em mais essa estratégia! Nós temos diversas soluções focadas em relacionamento com o cliente e personalização. Temos certeza que podemos te ajudar com inteligência estratégica focada em pessoas. 

Afinal, nosso lema é fazer pessoas se apaixonarem pela sua marca, o resultado é consequência! Saiba mais aqui.

Quer saber mais sobre marketing digital e soluções que vão alavancar o seu negócio? Clique aqui e desfrute de centenas de conteúdos preparados especialmente para contribuir com a sua estratégia.

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Live de vendas: o que você precisa saber para começar

Permalink - Posted on 2022-06-23 12:00

Você com certeza já ouviu falar ou até participou de uma live de vendas, né? O live commerce é uma tendência que acompanha a transformação digital que estamos passando há alguns anos. 

Principalmente depois do isolamento social, o consumidor e a sua forma de consumir mudaram muito. Tivemos que nos adaptar para que as compras pudessem ser feitas totalmente online, seja por uma plataforma ou através dessas lives de venda. 

Agora, o live commerce pode ser uma ótima estratégia para ser levada em conjunto às suas campanhas de marketing, aproximando seu público e gerando conversões. Então, chegou a hora de se aprofundar no tema ou, se ainda não conhece, descobrir tudo o que você precisa saber para implementar. Vamos lá?

O que é uma live de vendas?

Ilustração de uma pessoa acompanhando à uma live, introduzindo o conteúdo de Live de Vendas

O live commerce pode ser uma boa oportunidade para seu negócio.

O live commerce é uma estratégia de vendas no ambiente online. No modelo live de vendas é possível divulgar produtos, tirar dúvidas e criar uma verdadeira vitrine digital através de transmissões ao vivo, interagindo com os usuários e trazendo mais credibilidade para a marca.

Normalmente, as transmissões são feitas através das próprias redes sociais, como o Instagram, e atingem centenas de pessoas. Em uma pesquisa realizada pela All in em parceria com a Opinion Box, 71% afirmaram que fazem compras pelas redes sociais – ou seja, há muito espaço e estratégia a explorar com o Live Commerce. Vamos explorar mais o assunto. 

Quais as vantagens de  fazer live de vendas?

Com o boom das lives, durante a pandemia, os consumidores ficaram mais próximos ao ambiente digital e às marcas que participaram dessas ações. Com isso, criou-se esse novo modelo que promete facilitar o relacionamento com os clientes, além de trazer benefícios comerciais e de awareness para a marca. 

Separamos alguns itens que vão te ajudar a entender as vantagens desse modelo.

Espaço aberto de diálogo e engajamento

Como dissemos, a live de vendas proporciona um espaço aberto para se relacionar com a audiência. Ali, durante a própria live, os consumidores elogiam, tiram dúvidas e engajam com a marca, tornando essa relação mais orgânica e interativa

Aliás, se pretende colocar a estratégia em prática, é recomendado contar com um moderador ou profissional para te ajudar com essas interações ao vivo. Lembre-se que o relacionamento parte dos dois lados – normalmente, as pessoas não interagem se não forem instigadas a isso.

Exposição dinâmica e palpável dos produtos

Ilustração de uma pessoa apresentando um produto como apresentaria em uma loja ou uma vitrine

As lives trazem a proximidade que faltava nas vendas online

Você sabia que 53% das pessoas que responderam a nossa pesquisa, disseram que preferem comprar na loja física porque conseguem visualizar melhor o produto? Com a live de vendas, essa dificuldade é resolvida!

Muito mais do que imagens estáticas do produto, através da live você consegue dar dinamismo e mostrar produtos reais aos consumidores. Se você for mostrar um tênis, por exemplo, consegue fazer um 360 do produto, apertar, elencar as características e, realmente, apresentar o item de forma mais interativa. 

Esse benefício ajuda o comerciante a mostrar o seu produto e o consumidor a entendê-lo, sanando dúvidas e comprovando a qualidade. 

Alcance de novos clientes

A live já é um modelo que é mais entregue dentro das próprias redes, além disso, o modelo é mais facilmente compartilhado, o que ajuda a expandir a mensagem da sua marca. 

Aliás, nossa pesquisa também mostrou que 26% dos entrevistados são atraídos por lives de pequenas marcas e 18% disseram que lives com pessoas famosas chamam mais atenção. São várias as possibilidades de live commerce, qual se aplica melhor ao seu negócio?

Sua marca mais humanizada

O e-commerce tradicional é útil, pode ser atraente, mas não se compara a experiência e pessoas reais, concorda? 

Através do live commerce, você traz mais dinamismo para os produtos, mostra pessoas, interage com a comunidade e proporciona uma experiência mais humana aos usuários. Além disso, a proposta ajuda a aumentar a credibilidade da marca e a identificação dos usuários com a marca.

O que é preciso saber antes de começar?

O primeiro e primordial passo para implementar o live commerce em seu negócio é o planejamento. Não dá para criar uma estrutura dessa sem um planejamento minucioso sobre como será essa execução, qual será o ambiente e como ele será montado, além de projeções sobre os resultados. 

Dito isso, anota aí outros fatores importantes para considerar:

Conheça e encante seu público

Sim, outra premissa básica é conhecer o seu público. Já falamos algumas vezes aqui sobre a importância de conhecer a sua persona e a jornada de compra, e a live de vendas também tem essa necessidade. 

Sabendo quem é o seu consumidor você conseguirá definir com assertividade os melhores dias e horários para a transmissão, quais produtos apresentar e até detalhes, como cenário e apresentador terão um racional a seguir.

Espalhe a notícia

Lembra que o planejamento e a antecedência são fundamentais? Não se começa uma live de vendas do nada, no improviso. Uma estratégia de divulgação pré, durante e pós são importantes para garantir que o seu público está por dentro do que está acontecendo. 

Aliás, voltando a nossa pesquisa, 87% dos entrevistados disseram já ter o hábito de comprar online, 31% compram mensalmente e 21% toda semana. Sabendo com antecedência sobre a live commerce de sua marca, o cliente poderá preparar-se para aguardar e aproveitar a sua oportunidade.

Domine a plataforma escolhida

Ilustração de uma pessoa fazendo uma compra usando o celular, como compras em lives de vendas

As plataformas apresentam oportunidades diferentes de alcance e conversão

Onde será sua live de vendas? Qual a plataforma preferida do seu público? Segundo a nossa pesquisa, o Instagram é a plataforma campeã para pesquisas sobre produtos com 70% dos votos, seguido de Google Shopping (55%), Facebook (53%) e YouTube (46%). Já as redes sociais, onde os entrevistados mais compram são: 

Tabela mostrando quais são as redes sociais mais usadas

Por isso, é fundamental entender qual a plataforma preferida dos seus usuários e dominá-la para garantir que a execução seja conforme o planejado e com menos riscos possíveis.

Tenha um bom equipamento

As lives são conhecidas por serem uma opção viável a todo tipo de negócio, independente do porte. Entretanto, existem alguns cuidados que precisam ser levados em consideração para garantir que a experiência seja agradável: luz, câmera e som são os principais pontos. Fique atento se a iluminação está adequada, se a imagem é nítida e se o som é claro.

Prepare um roteiro

O roteiro ajuda a executar a sua live de vendas de maneira mais profissional e segura. Assim, o conteúdo tem uma lógica e constância com o mínimo de interrupções e improvisos possíveis. Pense qual será o gatilho utilizado na sua live de vendas, como você atrairá as pessoas e, principalmente, quais são as ferramentas que utilizará para mantê-las no seu conteúdo. 

Quais são as dores e desejos da sua persona? Como você pode reforçar sua autoridade? Quais são os grandes benefícios da compra e como quebrar objeções? Leve toda a jornada de compra em consideração para o planejamento.

Atente-se ao cenário

O visual também é um ponto importante na sua live commerce, afinal, é um dos primeiros recursos que os usuários vão ver ao passar pela sua transmissão. Trabalhe com recursos, cores e elementos que remetam a sua marca e fortaleçam a sua imagem, isso também ajuda a passar credibilidade e autoridade.

Escolha quem estará a frente 

Quem será o seu “show man/woman”? Escolha o apresentador com cuidado, lembre-se que essa pessoa precisa ser carismática, ter uma boa dicção e saber como atrair, instigar, conquistar e convencer o público. 

Outra dica é escolher alguém que entenda profundamente a marca e tenha afinidade com os produtos que serão apresentados para garantir que as informações sejam passadas com segurança.

Lembre-se do pós

Ufa, a sua live commerce aconteceu, e agora? É hora de medir os resultados e entender o que funcionou e o que pode ser melhorado. Analise as métricas disponíveis, compreenda a reação do seu público e anote os pontos fortes, fracos e de melhoria. 

Hora de se preparar!

Preparado para dar início a essa estratégia que vai ajudar o comercial, marketing e branding do seu negócio? Lembrando de todas as nossas dicas, coloque em prática e conte-nos suas impressões. 

E lembre-se que você pode sempre contar com a All in para conhecer e se aprofundar nas melhores estratégias de marketing digital para o seu negócio, é só clicar aqui!

Clique aqui para baixar nossa pesquisa completa sobre Social Commerce e Live de vendas

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Mapeamento de processos: o que é e como fazer

Permalink - Posted on 2022-06-14 12:00

Será que é possível evitar o retrabalho, otimizar jornadas, diminuir custos e ser mais eficientes no dia a dia do seu negócio? Independente do nicho ou porte da empresa, existem ferramentas e metodologias que ajudam a tornar os processos mais assertivos e objetivos. 

Vale lembrar que o mapeamento de processos pode ser implementado em todo tipo de equipe, já que possui diferentes formas de fazê-lo. Desde estilos mais analíticos até aos mais visuais, qualquer time pode se beneficiar de um mapa de processos.

Conheça as vantagens e dicas para implementar um mapeamento de processos eficiente em seu negócio e entenda por onde começar a tornar a rotina de trabalho mais prática? Vamos lá!

O que é mapeamento de processos?

Animação de pessoas em peças de quebra cabeça, representando as partes de um mapeamento de processo

Entenda o que é mapeamento de processos e quais suas vantagens!

O mapeamento de processos é uma prática que ajuda a identificar todas as etapas de um projeto, analisando as sequências lógicas utilizadas em determinado fluxo de trabalho e contribuindo para a visão ampla e estratégica do negócio como um todo.

Através desse mapeamento é possível entender as entradas e saídas de um projeto, analisar detalhes, descrever materiais necessários, pessoas envolvidas, serviços requisitados e muitos mais. 

Estes e outros detalhes se tornam mais compreensíveis através de uma visão completa do processo, no qual é possível identificar os pontos fortes e fracos e como aprimorá-los com o intuito de otimizar os resultados do negócio.  

Vale ressaltar que existem diferentes formas de criar o seu mapeamento de processos, entendendo quais são os tipos de processos existentes em seu negócio. 

Eles podem ser separados em 3 tipos:

1 – Primários/essenciais: são aqueles que estão relacionados à entrega de valor para o cliente.

2 – Apoio/suporte: esses contribuem com os processos primários e com os próximos que você vai conhecer, os de gerenciamento. Funcionam, literalmente, como suporte. 

3 – Gerenciamento: os processos de gestão contribuem com os anteriores, entregando valor de forma gerencial.

Qual a função de um mapeamento de processos?

Animação de pessoas em computadores, e cada uma representa uma peça do quebra cabeça que é o mapeamento de processos

Um mapeamento de processos pode otimizar seu trabalho e deixá-lo mais eficiente.

O grande objetivo do mapeamento de processos é gerar reconhecimento acerca dos processos e análises detalhadas sobre o funcionamento do negócio.

Além do aumento na percepção, o mapeamento de processos também ajuda a:

  • Documentar o processo e todas as suas fases;
  • Aperfeiçoá-los e/ou transformá-los, identificando pontos fortes e fracos;
  • Criar um tipo de padronização que ajudará no início de novos fluxos.

Ou seja, o mapeamento de processos permite que a organização tenha um olhar analítico sobre as fases de determinados projetos e entenda como elas se dão e quais as ações necessárias ao longo das etapas. 

Além disso, também gera Insights que ajudam na tomada de decisão e permite identificar a relação e necessidades de cada uma das etapas. 

É através do mapeamento de processos que você pode tornar os processos/projetos do seu negócio mais objetivos, práticos e de fácil compreensão, tendo em vista que existem diversos recursos visuais que contribuem com o entendimento de cada fase.

Através da compreensão e padronização de cada fase, poucos minutos serão necessários para entender e analisar o que está acontecendo em cada etapa dessa jornada. 

Quais as vantagens de se fazer um mapeamento de processos?

Animação de pessoas trabalhando em notebooks e tablets, com uma lousa atrás representando o planejamento

Ter as etapas de seu projeto de forma visual auxilia em sua execução

Ainda não tem certeza de como um mapeamento tão detalhado e minucioso pode ajudar o seu negócio? Então vem com a gente!

O processo é realmente gradativo e exige uma mudança de cultura da empresa, mas tudo isso vale a pena quando observamos as seguintes vantagens:

Otimiza processo e tempo

Criando um processo objetivo e eficiente com a ajuda de um mapeamento de processo, você o torna mais palpável e concreto, otimizando assim tempo e recursos da sua equipe e até minimizando erros e imprevistos

Dessa forma, o mapeamento ajudará todas as vezes que um projeto precisará ser feito, já que a equipe estará alinhada, reconhecerá a importância da organização e ficará focada exatamente onde é preciso – otimizando tempo. 

Permite maior controle das etapas de trabalho

Acompanhar cada fase do processo de forma didática e visual facilita consideravelmente o entendimento do momento onde o projeto se encontra e quais as ações necessárias a partir dali. 

A ferramenta também permite o monitoramento constante de cada etapa do projeto, aumentando o controle da equipe sobre ele e, claro, a segurança necessária para garantir resultados otimizados.

É mais rápido e prático

Com a otimização gerada pelo mapeamento de processos, os fluxos se tornam mais rápidos e práticos. Isso porque, através desta ferramenta, é possível eliminar desperdícios e processos desnecessários e tornar o fluxo mais limpo e eficiente.

Como fazer um mapa de processos?

Animação de pessoas em um escritório. Uma das pessoas está a frente apresentando um mural com itens a fazer e itens já finalizados

Um mapeamento de processos deve levar em conta todos os detalhes de um projeto e as etapas necessárias para sua realização.

Como a gente conversou antes, o mapeamento de processos envolve uma mudança cultural e várias etapas de análises e práticas que, claro, podem variar de acordo com as necessidades da empresa e do planejamento exposto. Existem, inclusive, níveis de detalhamento desse mapeamento, são eles:

Nível 1: funciona como uma descrição, alinhando o processo entre os profissionais envolvidos de forma básica. 

Nível 2: nesse nível, o detalhamento é mais analítico e traz uma visão técnica do processo, destacando eventos e possíveis exceções, por exemplo. 

Nível 3: aqui o detalhamento é maior e permite uma visão analítica e focada em dados.

Pensando em tantos detalhes, é fundamental que o seu negócio esteja preparado para entender, implementar e testar cada fase em seu nível de complexidade e detalhamento definido pela própria equipe. 

Anota aí algumas etapas que podem te ajudar a implementar o seu mapeamento de processos.

Primeira etapa: conheça o processo

O primeiro passo é saber qual o processo que você quer aperfeiçoar: como ele está sendo feito, o que precisa melhorar, quanto tempo vocês têm para executar essas mudanças, pessoas envolvidas, materiais necessários, etc. 

Esse é o momento inicial do seu planejamento. Aqui é quando você começa a desenhar o mapa de processos: fluxogramas, workshops, análise documental e entrevistas podem te ajudar a deixar tudo mais claro e visual.

Segunda etapa: identifique o problema

Seguindo na criação do seu mapeamento de processos, agora que você já sabe qual o processo que você quer mapear, é hora de entender o que tem de errado nele

Quais são as falhas, gargalos, ameaças e fraquezas desse processo? Quais são as possíveis soluções? Liste os problemas e comece a pensar como pode resolvê-los.

Terceira etapa: estabeleça prazos

Com todos os problemas listados, em quanto tempo você poderá resolvê-los? Mais que isso: é importante entender o tempo disponível para resolvê-los x quanto tempo esses gargalos demandam – é preciso estabelecer um equilíbrio entre os dois. 

Além disso, os prazos também envolvem documentar a data de início e fim do projeto, além de prever incidentes e riscos que podem dificultar a manutenção do seu mapeamento. Os prazos bem definidos vão garantir que você tenha mais controle e eficiência sobre o projeto.

Quarta etapa: saiba o que precisa ser feito

Quais as ações necessárias para dar andamento ao seu mapeamento? Quais etapas podem ser divididas e quais profissionais serão responsáveis por elas? Essa é a hora de listar tudo o que precisa ser feito.

Metodologias criativas, como o brainstorm, podem ajudar a equipe a determinar essas ações. 

Quinta etapa: deixe tudo visual

Considerada uma das etapas mais importantes do mapeamento de processos, esse é o momento onde você utilizará formas, setas e o que mais achar necessário para deixar todo esse processo visual e de fácil compreensão

Lembre-se que é fundamental que todos os envolvidos entendam o que aquele fluxograma representa e o que precisa ser feito em cada etapa de forma rápida e intuitiva. 

Sexta etapa: revise sem medos

É hora de amarrar tudo o que foi definido nas cinco etapas anteriores e revisar todos os processos para garantir que nada ficou sobrando ou esteja incoerente com os seus objetivos. 

Última etapa: hora de monitorar

Agora que, teoricamente, está tudo pronto, é hora de colocar o seu mapeamento em prática e entender se ele está funcionando como deveria. Teste, monitore, acompanhe de perto para garantir que o projeto está funcionando como esperado/desenhado.

Pessoas discutindo as partes que envolvem um mapeamento de processos

Após construir um mapeamento de processo, é importante também monitorar se suas etapas estão fluindo corretamente

Ufa! E aí, o seu negócio está pronto para colocar o mapeamento de processos em prática? 

Lembre-se que o processo é gradativo e não acontecerá de um dia para o outro, por isso é fundamental planejar-se e envolver todo o time para garantir que todos estejam na mesma página para dar o start nessa mudança nos processos.

Apesar de contar com várias fases antes do início, quando o seu mapeamento começar a rodar como idealizado, você sentirá a diferença em seus processos e no seu negócio como um todo.

Experimente, teste e conte-nos suas impressões sobre o modelo aqui nos comentários!

Quer saber mais sobre marketing digital e como o online pode contribuir com o seu negócio? Dê uma passada em nosso blog e mergulhe nas estratégias mais efetivas do mercado.

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Gatilhos mentais: o que são e como usar

Permalink - Posted on 2022-06-09 12:00

Os gatilhos mentais podem ajudar a conduzir as tomadas de decisão dos clientes no processo de venda e na experiência de compra, elevando os resultados comerciais da sua empresa.

Eles estão presentes nas considerações iniciais que um comprador pode fazer antes de adquirir um produto como, por exemplo, questionar se a empresa é inovadora, confiável e se possui valores de acordo com os seus – inclusive se protegerá seus dados na etapa de compra.

O perfil consumidor da era digital deseja vivenciar experiências eficientes, usar serviços virtuais completos, mas ainda assim ter a segurança de seus dados garantida — afinal de contas, é super necessário.

Criamos este post para explicar os gatilhos mentais e como utilizá-los de forma inteligente para potencializar os resultados comerciais da sua empresa na era digital. Boa leitura!

O conceito de gatilhos comportamentais

O funcionamento do cérebro humano é uma inspiração para cientistas e engenheiros elaborarem sistemas e mecanismos de alta eficiência em processamento, e isso não é por acaso.

A forma como ele organiza as decisões é extremamente eficaz, afinal de contas, milhares delas são tomadas pelos indivíduos em um único dia.

Se o cérebro concentrasse sua atenção em todas elas, a velocidade com que as ações seriam realizadas diminuiria consideravelmente. Para administrar sua demanda, o cérebro executa de forma automática as decisões menos complexas ou já vivenciadas.

Ao utilizar o fogão para ferver água para um chá, por exemplo, um indivíduo sabe que deve tomar cuidado para não se queimar. Esse é um gatilho mental crucial, o de evitar um sofrimento.

Por incrível que pareça, esse gatilho também pode ser utilizado nas relações comerciais, e esse post explicará como.

É preciso ressaltar, porém, que usar os gatilhos mentais nas ações de marketing e venda não é uma tentativa de manipulação, mas uma forma de reforçar as características do produto que são de fato compatíveis com os valores do cliente. Vem entender como!

Imagem de um ímã atraindo interações online, ilustrando os benefícios dos gatilhos mentais

Os gatilhos mentais podem ser ótimos aliados para atrair ações desejadas de seus clientes.

A importância da conexão emocional com o cliente

Ao explorar os gatilhos mentais nas estratégias de marketing e vendas, é preciso enfatizar a importância da conexão emocional na experiência de compra. Elas ditam as escolhas dos clientes, mesmo que o pensamento lógico faça suas ponderações posteriormente.

Então, entender como ocorre a jornada do cliente é fundamental para determinar quais estímulos serão mais apropriados em cada uma de suas etapas.

Como Mapear  a jornada do cliente?

A jornada consiste basicamente no caminho percorrido pelo cliente entre a identificação de sua necessidade, a análise das possíveis soluções, a compra e até o pós-venda. Para entender os pontos na jornada de compra do seu público, é preciso conhecer seus clientes e como o seu produto pode atendê-los em diferentes momentos.

A forma de interação com as empresas mudou muito depois que as informações ficaram mais acessíveis na internet e os multicanais foram implementados para atender diferentes clientes.

Dessa maneira, uma empresa pode ter mais de uma jornada, e mapear cada uma delas é fundamental para monitorá-las com o intuito de proporcionar melhores experiências de consumo.

Suas etapas são:

1. Descoberta e aprendizado

A primeira etapa da jornada ainda não conta com um relacionamento entre as partes. Um gatilho mental muito efetivo nessa fase é o da novidade. Trazer uma informação ou produto novo desperta a curiosidade e atenção do chamado prospect – O que você pode acrescentar na vida do futuro cliente? É momento de chamar atenção

2. Reconhecimento da existência de um problema

Com sua atenção conquistada, aos poucos o prospect identificará as características daquele produto ou serviço que podem atender às suas necessidades, ou seja, ele reconhece que tem um problema a ser resolvido.

O gatilho que explica por que tal solução é crucial para o cliente funciona muito bem nesse momento, e faz com que o indivíduo se torne um lead assinando a newsletter da empresa ou seguindo as redes sociais, por exemplo.

3. Análises das possíveis soluções

Nessa etapa, o cliente faz considerações sobre qual empresa apresenta a melhor solução e custo-benefício para atender à sua necessidade, e o gatilho de urgência pode ser a maneira de direcioná-lo para o fechamento da venda.

Ele consiste em demonstrar que é preciso resolver o problema rapidamente e que a oferta da empresa tem um prazo de validade.

4. Tomada da decisão de compra

Na conclusão da jornada e efetivação da compra, o cliente precisa estar seguro de sua decisão, e esse é o gatilho que o fará enxergar a empresa como sua solução.

Demonstrando garantias da qualidade do serviço, é possível fazer com que o cliente escolha a empresa para comprar seu produto.

Depois de atravessar toda a jornada, o relacionamento com o cliente deve ser mantido para novas ofertas. Afinal de contas, mantê-lo satisfeito custa muito menos do que adquirir novos.

Outro aspecto que deve ser observado é o perfil de consumo desses indivíduos e as influências do seu comportamento – é aí que entra a fidelização no pós-venda. 

Utilização do Big Data

Nesse cenário em que o perfil e o comportamento do cliente são tão fundamentais, ferramentas de Business Intelligence tornam-se uma ferramenta útil e estratégica.

Armazenar e analisar os dados do Big Data são ações essenciais para identificar tendências comportamentais e oportunidades de personalização de serviços que possam ser alinhados com gatilhos mentais ideais para cada consumidor.

Com a utilização dos dados, é possível garantir uma melhor experiência para o seu consumidor em todas as etapas da jornada, lembrando que ele é o foco de toda a ação. Lembrando sempre de coletar e armazenar esses dados de acordo com a LGPD.

12 exemplos de gatilhos mentais

Alguns gatilhos já foram exemplificados ao longo do post, e neste tópico eles serão mais bem explicitados.

1. Relação entre prazer e dor

Esse gatilho é associado ao instinto mais básico de um ser humano, o da sobrevivência.

Para usá-lo em estratégias de marketing, é preciso primeiramente identificar quais elementos do mercado fazem sentido para o cliente.

Por exemplo: indivíduos que usam uma corretora de investimentos buscam esse serviço para obter maiores ganhos em suas aplicações financeiras, e teriam uma grande frustração em receber orientações que os fizessem perder dinheiro.

Depois que o pior e o melhor cenário são identificados na perspectiva do cliente, a estratégia de marketing pode ser estruturada para demonstrar ao público como a compra de seu produto pode oferecer satisfação ou prazer.

2. Percepção de novidade

Apresentar uma novidade para o cliente provoca um questionamento crucial: esse produto ou serviço pode proporcionar uma recompensa maior ou melhor para mim?

Atualizar modelos ou lançar novos produtos com regularidade estimula a atenção e o interesse do cliente, mas seus incrementos devem ser verdadeiros para não comprometer a credibilidade da empresa.

3. Reconhecimento de razões e justificativas

O cérebro humano está sempre em busca de explicações e justificativas..

Ao usar um gatilho mental para uma promoção, por exemplo, a empresa deve dizer os motivos pelos quais aquilo será valioso para o cliente — como as opções de pagamento diferenciadas ou frete grátis.

4. Identificação com uma história / storytelling

Outro gatilho mental muito utilizado em campanhas de marketing é o de contar uma história – storytelling.

O cliente fica mais interessado quando é exposto a um exemplo do uso de determinado produto e toma conhecimento de como outra pessoa conseguiu extrair resultados expressivos com ele.

Uma loja de artigos para motociclistas pode introduzir o storytelling ao criar uma propaganda na qual o personagem utiliza seus equipamentos e vestuário enquanto dirige em uma bela estrada.

Ainda que o cliente não tenha estado naquela localidade ou faça viagens como a proposta da propaganda, as sensações e emoções despertadas com esse gatilho mental fazem com que ele se identifique com a história.

5. Oferta de soluções simplificadas

Voltando à jornada do cliente: quando ele já se encontra na fase de ponderar qual produto comprar, a empresa que oferecer a maneira mais simples de aquisição terá uma vantagem substancial.

Esse gatilho mental se tornou particularmente importante na era digital, em que o menor esforço também significa economia de tempo. Processos de vendas menos burocráticos e soluções de entrega em domicílio, por exemplo, são formas de expor esse gatilho na tomada de decisão do cliente.

6. Criação de um inimigo comum

Todo indivíduo possui um inimigo para justificar seus insucessos em diversas situações. Quando a empresa se apresenta como um aliado nessa batalha, cria um senso de empatia muito valorizado nas relações comerciais.

Pessoas em busca de emagrecimento, por exemplo, passam por processos de  impulsividade, doenças que dificultam a perda de peso ou desgosto por uma alimentação saudável e atividades físicas.

Uma academia pode direcionar suas ações de marketing para demonstrar empatia com os desejos dos clientes de emagrecer, se colocando como uma aliada contra esses inimigos.

Da mesma forma, uma loja de produtos saudáveis pode usar gatilhos mentais em uma campanha de marketing apontando a facilidade de manter o foco na alimentação, como kits semanais de lanches prontos, por exemplo.

7. Construção de uma antecipação

Ao usar o gatilho mental de antecipação, a empresa direciona as emoções dos consumidores para um cenário de sucesso e satisfação que eles querem desfrutar.

Portanto, ela antecede a satisfação das necessidades e desejos.

Quando o público-alvo é submetido a uma propaganda que anuncia um lançamento, por exemplo, recebe o estímulo para antecipar suas sensações de usar aquele produto.

Redes de supermercado podem montar campanhas que antecedem o natal com imagens que sugerem uma ceia farta e aconchegante, por exemplo.

8. Prova de sucesso social

Imagem de pessoas sendo conectadas enquanto outra pessoa anuncia, ilustrando as conexões sociais.

As pessoas tendem a confiar na recomendação de alguém que elas já conhecem, e o gatilho de prova social pode te auxiliar nisso.

Ações que demonstram o sucesso de outros indivíduos, como relatos em redes sociais, são gatilhos mentais que direcionam consumidores a tomarem ações e compras semelhantes.

É um gatilho bem próximo ao storytelling, mas explora de forma mais massiva o senso de pertencimento a um perfil social.

Ou seja, se outros motociclistas afirmam que determinado produto possui qualidade diferenciada, essa informação é repassada por uma fonte confiável e independente da marca. E se a maioria dos motociclistas está adotando aquele produto, para manter-se pertencente à comunidade, o cliente acaba fazendo a aquisição por se identificar como parte do meio que será beneficiado.

9. Senso de urgência

Ter um tempo limitado para adquirir um produto é um gatilho mental de urgência.

Ele é muito efetivo, pois impõe ao consumidor que o momento de escolha precisa ser urgente, ou perderá a oferta.

10. Identificação de autoridade

A construção da autoridade da marca usa esse gatilho mental. Quando os consumidores enxergam determinada empresa como autoridade no assunto, tendem a seguir todas as suas recomendações, pois parte da autoridade é a transmissão de confiança.

11. Pertencimento de um grupo

As pessoas são naturalmente seres sociáveis e, mesmo com os adventos tecnológicos inseridos na sociedade, pertencer e se conectar com outros indivíduos são ações relevantes.

Empresas exploram esse gatilho oferecendo clubes de fidelidade restritos ou ofertas que devem ser adquiridas em conjunto. Afinal de contas, além de pertencer, os indivíduos também desejam o bem comum entre eles.

12. Segurança

Fazer com que o cliente se sinta seguro durante todo o processo de compra é fundamental. Isso constrói laços de confiança que podem gerar mais negócios.

E-commerces, por exemplo, devem oferecer mecanismos de segurança dos dados para que o cliente se sinta confortável em comprar pelo ambiente virtual.

Esse também é o pilar das empresas que trabalham com vendas mais complexas e prestação de serviços.

Como elas precisam trabalhar o relacionamento de forma mais intensa, demonstrar controle e segurança de suas ferramentas atesta sua capacidade de atender às necessidades do cliente.

O uso da persuasão no processo de venda

Imagem com ícones como um carrinho de venda e um megafone, alusão às vendas online e o uso de gatilhos mentais.

Os gatilhos mentais de vendas são aliados da sua estratégia, não uma forma de manipular seus clientes.

Depois de conhecer os principais gatilhos mentais, fica claro que eles não são utilizados para manipular as ações dos clientes, mas para orientá-los no processo decisório.

Considerando que uma jornada bem realizada direciona o cliente para a aquisição, os gatilhos mentais devem conduzir o cliente ao fechamento.

Treinamento da equipe

Equipes de vendas que atuam diretamente com os compradores podem ser treinadas para utilizar os gatilhos mentais.

Em um call center listas de prospecção e scripts de atendimento podem ser desenvolvidos seguindo as técnicas de persuasão necessárias.

Ao oferecer um plano de telefonia celular, o script de vendas pode ter argumentações que favoreçam o acionamento do gatilho de pertencimento de um grupo.

Informar descontos e benefícios que seriam disponibilizados ao grupo estimula a percepção de ganho em comum. A venda poderá não somente ser fechada para aquele lead, mas também sugerida para outros membros de mesmo perfil social.

A importância em uma estratégia no meio digital

As gerações mais novas tem focado em canais virtuais e  naquilo que podem proporcionar melhor.

Por esse motivo, os gatilhos mentais devem completar as estratégias de tais canais e fazer com que as experiências sejam surpreendentes para os clientes.

É comum que alguém inicie sua jornada no blog ou site da empresa e migre para outro canal como a loja física, por exemplo. 

A experiência entre eles deve ser a mesma e por isso o gatilho mental precisa ser planejado conforme o perfil do cliente. Com os dados obtidos, que mencionamos acima, é possível garantir a experiência ideal independente do canal que ele esteja – inclusive – melhora as vendas com estratégias Omnichannel.

Portanto, depois de conquistar a atenção e envolver o cliente emocionalmente por meio dos gatilhos mentais, é preciso satisfazê-lo para que o pensamento racional valide o investimento com uma experiência positiva e traga posteriormente a fidelização.

Implemente os gatilhos mentais em suas campanhas

Agora que você já sabe tudo sobre gatilhos mentais e suas diversas possibilidades de uso, aplique essa estratégia em suas campanhas de marketing e ajude seus clientes a tomarem as decisões certas.

Acompanhe o blog da All iN para se manter atualizado sobre as melhores estratégias de marketing e conheça nossas soluções para melhorar o relacionamento com seus clientes!

Clique e descubra mais sobre possíveis soluções para otimizar os resultados da sua marca.

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Somos a All in

Permalink - Posted on 2022-05-16 18:00

Já havíamos anunciado aos nossos clientes, parceiros e a imprensa, a integração a Locaweb Company e fusão entre as marcas All in e Social Miner. Agora podemos finalmente mostrar o resultado dessa fusão: nos tornamos oficialmente a All in.

E não falamos apenas de marca, logotipo e mudança de escritório. Unimos a tecnologia, os algoritmos de recomendação e as ferramentas de uma empresa, com o portfólio, metodologia de People Marketing e inteligência de dados da segunda companhia. 

Agora, as plataformas atuam como uma grande suíte de soluções, que contempla toda a jornada de compra — desde o cadastro, passando pela conversão, retenção, até o resgate —, garantindo maiores resultados e consumidores cada vez mais felizes e apaixonados pelas marcas.

Fomos criados para expandir possibilidades e criar infinitas conexões que revolucionam a forma de se relacionar com clientes. Através de nossas soluções, é possível captar dados, armazenar e organizar estas informações e criar experiências relevantes por múltiplos canais, online e offline, como e-mail marketing, onsite message, web push, sms, push app além dos vendedores na loja.

“A principal mensagem com a fusão, é que a partir de agora atuamos em toda a jornada do cliente com uma visão única – omnichannel – e uma vez que a gente integra os dados do usuário, com nossa tecnologia, isso facilita gerar experiências melhores, desde o cliente que chega pela primeira vez no site até um cliente que está voltando para comprar. Então quando a gente une as soluções, a gente consegue abordar de ponta a ponta e nosso cliente não precisa ter múltiplas ferramentas para criar uma experiência única para o cliente dele”, quem explica isso é o Ricardo Rodrigues, líder de produtos da All in.

Sobre o futuro

Para mostrar que não estamos dispostos a parar por aqui e que este é apenas o início de uma grande união, apresentamos o Módulo Insights, que vai dar visibilidade ampla sobre a performance das campanhas de nossos clientes — e a BeMax, inteligência comportamental que auxilia nas análises e dá dicas para que os usuários possam otimizar suas estratégias. 

Juntas, essas ferramentas mostrarão detalhes sobre a sua audiência, receita, resgate, taxa de recompra, além de indicar exatamente de onde estão vindo seus cadastros, quanto tempo o cliente continua comprando com você, a distribuição entre online e offline, e muito mais. Assim, você entenderá o perfil do seu consumidor, trabalhará integrações omnichannel e principalmente, alcançará seu cliente em qualquer parte da jornada.

“Esse primeiro módulo, de vários outros que estão por vir, tem como objetivo ajudar nosso cliente a tomar decisão. Ter uma melhor visão única do seu cliente, mas tomar decisão a partir desses insights, através dos dados que a gente está coletando e transformando em conhecimento”, aponta Ricardo sobre o Módulo Insights. 

Sobre nosso compromisso e identidade

Algumas coisas mudaram, mas podemos dizer, com segurança, que nossa nova marca faz uma homenagem a história que construímos até aqui. A humanização, a tecnologia e os dados seguem protagonistas na nossa identidade e reforçam nosso compromisso com a transparência, o diálogo e as pessoas. 

Não à toa, nosso objetivo é fazer com que cada vez mais pessoas se apaixonem pela sua empresa.

Por isso, novos times e projetos surgem e crescem na nossa equipe, cada vez mais focada nas estratégias e em fazer a diferença na experiência dos nossos clientes.

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